O que fazer por um Brasil melhor?
O que fazer por um Brasil melhor?
Hoje, domingo, Dia das Mães, acordei com um pensamento: “o Brasil não muda por que nós não fazemos nada para mudá-lo”.
A pergunta é: o que temos feito para mudar o Brasil? Se não for possÃvel mudar o Brasil, ao menos nossa cidade ou bairro, já seria de grande ajuda!
E a resposta para esta pergunta é, infelizmente, esta: é muito mais fácil encontrar desculpas do que tentar mudar algo. Dizemos que a culpa é do governo que nada faz para mudar, das escolas que não educam corretamente ou das empresas que não lançam novos projetos sociais, mas jamais falamos o que nós podemos fazer por um Brasil melhor.
Destaquei o por um Brasil melhor e vou destacar quantas vezes for necessário para que você entenda uma coisa: não estamos aqui falando somente de termos alguma melhoria momentânea na vida de uma ou outra pessoa, mas sim em mudanças duradouras que contribuam com a vida de todos!
Bem, de tanto pensar nisso, algumas ideias surgiram e gostaria de compartilhá-las com vocês…
Antes de querer arrumar o mundo, comece arrumando o seu quarto
Já li essa frase em algum lugar e a considero uma verdadeira filosofia de vida que todos nós deverÃamos seguir. Muitas pessoas cometem o erro de somente reclamar e nunca fazer ou mesmo de fracassar em iniciativas pobres porque antes de tentar “consertar o mundo” esqueceram de “consertar suas vidas”. E como pode alguém, com muita coisa para arrumar em sua própria vida, concentrar-se para ajudar outras pessoas?
É muito mais difÃcil ajudar outras pessoas a conseguir um emprego ou com problemas financeiros se você mesmo não tiver seu emprego ou estiver também com problemas financeiros.
Se, enquanto ajudando outras pessoas, seus problemas crescerem, você interromperá a ajuda oferecida (às vezes de forma definitiva) fazendo ruir todas aquelas oportunidades que você estava criando para os demais.
Então, antes de parar para começar a pensar nos problemas dos outros, reflita silenciosamente: quais são os meus problemas? Como estou lidando com eles? Estou em condições de ajudar outras pessoas sem que isso me prejudique?
O que você pode fazer hoje, amanhã e depois de amanhã?
Um outro problema é que, muitas vezes, nós somente dizemos: “ah, não posso ajudar hoje, mas quem sabe algum dia”, ou então, “daqui a 10 ou 15 anos poderei fazer algo pelos outros”. Bem, 10 ou 15 anos são muito tempo e “algum dia” é pior ainda, já que algum é pronome indefinido, isto é, não expressa certeza sobre absolutamente nada!
Outro erro, um pouco menor, é quando oferecemos uma pequena ajuda e pronto, nada mais, acreditando que aquilo já foi suficiente. “Já fiz a minha boa ação”, é o que muitos pensam e, assim, encerram suas “boas ações” pelo resto do ano (ou de sua vida).
Quando decidir por ajudar alguém, alguma instituição de caridade ou empreender alguma iniciativa beneficente, faça pensando da seguinte forma: o que posso fazer hoje, amanhã, depois de amanhã e sempre para ajudar?
Faça planejamento a curto médio e longo prazo.
E busque sempre ajudar de forma efetiva, realmente duradoura. “É melhor ensinar a pescar do que dar o peixe”, já diz aquele velho provérbio popular.
E como posso ajudar?
Bem, aqui, vai depender de quais recursos você dispõe para ajudar a construir um Brasil melhor. Você pode ajudar por meio de doações a instituições de caridade, orfanatos e/ou asilos. Lembrando que, quando for doar, não doe somente dinheiro, roupas ou alimentos: doe um pouco de sua atenção e carinho àqueles que precisam. Para você, pode significar nada, mas para uma criança que jamais teve contato com seus pais e o devido respeito da sociedade como ser humano, suas palavras podem significar-lhe a esperança e a auto-confiança de que ela precisa para que ela possa começar a mudar a sua situação também.
Junte livros e roupas que não mais usa e procure informar-se onde entregá-los para que possam ser repassados a outros. Doe também alimentos e, no caso de instituições de caridade comprovadas e registradas, você pode fazer doações em dinheiro (peça o comprovante da doação, assim você poderá deduzir do imposto de renda, o que fará com que algum dinheiro do mesmo lhe sobre e, assim, poderá empregá-lo em outra ação beneficente
).
Está com algum tempo livre? Vá a hospitais, asilos, orfanatos e outros lugares para fazer uma visita a quem precisa (e muito!) ouvir uma palavra de conforto e ânimo.
É bom em algo? Já pensou em juntar-se a algum grupo beneficente a fim de somar forças e empreender outras coisas, como cursos gratuitos, por exemplo?
Enfim, há várias coisas que você pode fazer, se não como cidadão, ao menos como ser humano que se comove com a situação do próximo. E uma última coisa, não menos importante: ajude-nos a fazer com que outras pessoas também percebam a importância a fim de que elas também possam ajudar a termos um Brasil melhor.
E, obviamente, você não precisa nos dizer o que pretende fazer. Já dizia minha mãe: “não é necessário que a mão esquerda saiba o que a mão direita fez”. Planeje-se e vá à luta. Eu já estou traçando meus planos!
E você, amigo, vai juntar-se a esta “campanha” e lutar por um Brasil melhor? Deixe um comentário apoiando-nos, se tiver interesse.

Alguma dúvida?