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Investimentos em ações da Petrobrás: Valem a pena?

O preço das ações da Petrobrás já se encontra muito abaixo daquele praticado há alguns anos atrás. E todos nós sabemos quais são as diversas causas, a maioria delas de ordem política, mas como não estamos aqui para falar a respeito de governo e sim de investimentos, vamos focar no que realmente importa: esse é o momento certo para investir em ações da Petrobrás? E vale a pena investir nela?


Considerando-se o histórico da empresa, vale a pena investir na mesma, afinal de contas trata-se de uma empresa de grande porte com grandes reservas naturais para explorar e que apresenta um histórico de crescimento notável ao longo dos últimos 20 anos. Somando-se a isso o fato de que as ações já perderam cerca de 70% de seu valor, é bem provável que quem compre ações dela hoje tenha um bom retorno financeiro na forma de valorização das mesmas ao longo dos próximos anos.


Entretanto, é importante frisar que não se sabe ainda até onde foram os estragos causados na mesma por má administração, além disso foi rebaixada quanto ao nível de risco de investimento há pouco tempo, o que pode significar novas quedas nos preços das ações. Assim sendo, o melhor neste momento é esperar mais um pouco, pois o preço de suas ações podem cair ainda mais e é importante ter uma visão mais clara de quanto tempo ela precisará para recuperar a valorização de suas ações.

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Três razões para investir


Começar a investir é muito simples, mas por algum motivo, muitas pessoas tentam evitá-lo. Alguns deles pensam que podem perder dinheiro e os outros acreditam que é perda de tempo. No entanto, o investimento é uma das melhores coisas para fazer com seu dinheiro e você pode ver agora porque é tão importante.

Razão # 1 – O seu dinheiro trabalha para você

Vamos falar francamente: ninguém quer trabalhar toda a vida e planos de aposentadoria não são tão bons agora, então é hora de procurar novas maneiras de ganhar mais dinheiro e garantir a sua qualidade de vida, você não concorda? E uma das maneiras é aplicar seu dinheiro em investimentos seguros.

Razão # 2 – Você vai aprender muito sobre os investimentos

Você pode ler vários livros, mas nenhum deles pode ensinar tão bem como experimentando investimentos reais. Será o seu dinheiro ali, então você vai ter mais atenção, é claro!

Razão # 3 – Pode ser divertido!

Você pode pensar que estou louco, mas é verdade: investir pode ser um jeito divertido de ganhar dinheiro, aprender mais e obter boas ideias para novas formas de ganhar dinheiro.

Conheço pessoas que preferem aplicar seu dinheiro em mercado de ações em vez de apostas em cavalos ou loteria. Gosto de falar de investimentos e investir, é claro. Então, se você não acreditar que você pode ganhar dinheiro com investimentos, você deve tentar – há muitos tipos, desde a caderneta de poupança a forex trading on-line. Escolha uma, estude e começar a investir!

Investir é mais do que somente lidar com números – trata-se de uma das diversas estratégias que se pode adotar em conjunto com outras a fim de ganhar dinheiro. Se ainda estiver dúvidas sobre o assunto, pode procurar algum manual do investidor e aprofundar-se mais no assunto!

Então, pronto para investir?

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Qual o valor mínimo para começar a investir em ações?

Antes de mais nada, precisamos esclarecer que não há valor mínimo para começar a investir em ações. É fato. Entretanto, há custos envolvidos com as operações de compra e venda de ações, de tal forma que pode ser interessante ao investidor iniciante calcular o quanto deveria ter investido a fim de que o rendimento das ações seja suficiente para pagar tais custos e ainda terminar com valor positivo.

É interessante que todos sabem disso: gerentes de banco, consultores financeiros, etc. Entretanto, geralmente limitam-se a repetir somente a primeira afirmação: não há valor mínimo para começar a investir em ações, esquecendo-se de comentar a respeito dos gastos que estão envolvidos com as operações e custódia das ações.

Para identificar o melhor valor mínimo, você pode levar em consideração o custo das operações de compra e venda das ações, bem como o custo de custódia que o agente de custódia lhe indicará. Tais custos variam de acordo com a instituição financeira que manterá a custódia das suas ações.

Se bem me lembro (já faz algum tempo que perguntei isso por lá e não estou encontrando agora na web, posso estar enganado quanto a valores), no Banco do Brasil a custódia fica em torno de R$ 9,00 por mês e, se feitas pela Internet, sai em torno de R$ 20,00 por operação. É a forma mais barata segundo o BB, pois o valor da operação, quando feito pela agência, varia de acordo com o montante a ser operado, enquanto que pela Internet o valor é fixado.

Pois bem, se nosso objetivo é manter esse dinheiro por lá durante um ano, teremos então um gasto de R$ 9,00 x 12 (custódia por 12 meses) + R$ 20,00 (compra) + R$ 20,00 (venda) = R$ 148,00. Isso mesmo, só pela custódia e uma operação de compra e uma operação de venda, estaremos gastando cerca de R$ 148,00. Isso dá aproximadamente R$ 16,44. Alguém mais ávido pode já ter percebido que quanto mais tempo essa ação permanecer lá, “parada”, maior será o custo total, porém menos estaríamos “gastando por mês”, já que o valor de custódia é menor do que o valor da operação. Ressalto isso pois investimentos em ações a longo prazo beneficiam-se disso. 😉

Bem, devemos então procurar quanto seria o imposto de renda também. Como estamos em busca do “valor mínimo”, provavelmente não pagaremos imposto (o mesmo deve ser pago quando as operações de venda em um mês somarem R$ 20.000,00, alíquota de 15%).

Se nós aplicarmos R$ 3.300,00, esperando um rendimento mensal de 1% (perceba que, agora, eu preciso estimar um valor de rendimento mensal que acredito ser tangível mesmo se as coisas não estiverem muito boas), após um ano teríamos R$ 3.718,52, reduzindo os gastos com operações e custódia, percebemos que obtivemos um lucro de R$ 270,52, isto é, rendimento de aproximadamente 8,19% a.a., superior ao rendimento da caderneta de poupança no ano de 2008. Obviamente, não vamos investir em algo mais arriscado e esperar ganhar menos que em uma opção mais segura, sendo assim, para os valores aqui aplicados, R$ 3.300,00 seriam suficientes para garantir os gastos e ainda obter rentabilidade líquida acima da poupança.

Em minha opinião pessoal, as aplicações em ações deveriam ser feitas somente quanto a pessoa dispuser de R$ 4.000,00 a R$ 5.000,00 para aplicar e não houver problemas se, no curto ou médio prazo, as mesmas sofrerem forte desvalorização. Se você acredita que esta é a sua situação, então você já dispõe não somente do valor mínimo para começar a investir em ações, mas também de um perfil mais arrojado que o permita fazer isso. 😉

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Dicas de como investir em fundos de investimento

Atualmente a economia está se recuperando a bons passos e muitos querem saber como investir em fundos de investimento de forma a melhor aproveitar a situação e ter um bom retorno financeiro. Antes de mais nada, precisamos compreender algumas coisas…

Apesar de muito ouvirmos na mídia, bancos e outras instituições financeiras a respeito dos fundos de investimento, estes não são os únicos tipos de investimentos acessíveis à população! Na verdade, boa parte da população acredita que é muito complicado investir em qualquer outra coisa que não seja a poupança, mas isso se dá por pouca informação que muitas vezes recebemos.

As opções são diversas, desde aplicação em poupanças, títulos públicos e CDBs, a fundos de investimentos, imóveis e ações. Cada qual possui seu próprio potencial de rentabilidade, bem como seu próprio nível de risco!

Como fundos de investimento estão tendo um crescimento razoável e muitas pessoas estão procurando por estes, vamos agora passar-lhe algumas dicas para que melhor invista nos mesmos:

  • Conheça o seu perfil de investidor. Não há nada pior do que começar a investir enquanto não se sabe qual a sua tolerância a riscos, objetivos, etc. Isso pode levá-lo, na pior das hipóteses, a sofrer grandes perdas em um momento em que não poderia tolerar as mesmas!
  • Saiba como funcionam os fundos de investimento. Da mesma forma que o item anterior, desconhecer o funcionamento daquilo em que está aplicando não é uma boa ideia, uma vez que cada tipo de investimento possui suas peculiaridades e estas devem ser respeitadas. Considere, por exemplo, o fato de que há fundos de investimento em renda fixa e em renda variável;
  • Investigue o desempenho de vários fundos de investimento. Analise o potencial de rentabilidade, nível de risco e outros fatores a partir do passado do fundo de investimento, mas lembre-se de que o desempenho passado não pode garantir resultados similares no futuro, indicando somente a probabilidade de ter um rendimento similar!
  • Leve em consideração o prazo da aplicação. Lembre-se que há fundos de investimento tanto para longo quanto para curto prazo e a incidência de imposto de renda difere para cada um deles de acordo com o período em que se faz o resgate, aliás…
  • Leve em consideração também a incidência de imposto de renda e de IOF, principalmente se corre o risco de precisar resgatar o valor antes do período estimado;
  • Leia todo o prospecto do fundo de investimento. O prospecto é um documento que descreve vários fatores importantes, como o objetivo do fundo, política de investimento, regras de tributação, taxas de administração e de performance, fatores de risco e outras coisas;
  • Compare as taxas de administração e de performance que são cobradas por cada fundo de investimento. A taxa de administração é cobrada mensalmente, já a taxa de performance é cobrada sobre rendimentos acima do planejado.

Pronto! Estas são as principais dicas que podemos passar para quem está pensando em como investir dinheiro em fundos de investimento. E você, já sabe em qual fundo de investimento irá aplicar seu dinheiro?

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Como fazer análise de ações?

Você sempre quis investir mas não sabe ao certo como fazer a análise de ações estudadas? Não se preocupe, este é um problema que todos, principalmente quem está começando a investir, enfrentam. E a dica para resolver esse impasse pode vir dos especialistas em mercado de ações.

Como todos sabem (ou deveriam saber) os preços das ações variam de acordo com os eventos envolvendo a empresa relacionada e seus concorrentes. Um escândalo na diretoria executiva da empresa? Os preços podem cair. Safra com produção recorde? Os preços podem subir. E assim por diante.

Percebam a existência do “podem”. É impossível prever com exatidão o que irá acontecer quanto ao valor de uma ação – não podemos prever as coisas que acontecem em nossa vida, o que dizer então daquelas que acontecem em uma grande multinacional? Entretanto, a análise cuida justamente de apontar a direção que, a partir dos dados atuais, parece ser a mais viável.

Há duas principais vertentes: a análise fundamentalista e a análise gráfica (ou técnica). Vamos falar agora, rapidamente, sobre cada uma delas.

Análise fundamentalista

Como o próprio nome prega, é baseada em fundamentos, argumentos, isto é, eventos acontecidos ou que acontecerão e nas consequências dos mesmos.

Nos exemplos que nós citamos acima, falamos sobre acontecimentos (o escândalo administrativo e a alta produção) e é baseado nesses argumentos que os fundamentalistas visam descobrir se o valor de uma ação irá subir, cair ou manter-se.

Quem busca o apoio da análise fundamentalista precisa, então, aprender a compreender o que cada acontecimento pode significar para a saúde financeira da empresa e de suas ações.

Análise Gráfica (ou Técnica)

Na análise gráfica, por outro lado, não se estudam os eventos ocorridos com a empresa, mas tão somente só os gráficos dos valores das ações, assumindo-se que os mesmos possuem informações suficientes para que se possa compreender qual deverá ser a tendência dos valores.

A análise gráfica busca enquadrar uma parte do gráfico em algum dos tipos previamente conhecidos a fim de determinar como o mesmo deverá comportar-se. Canal de alta, canal de baixa, triângulo, retângulo e formação OCO (ombro-cabeça-ombro) são alguns dos termos que podemos ouvir neste tipo de análise.

Há diversos blogs e sites exibindo análises gráficas de ações, bem como há diversos veículos de comunicação abordando análises fundamentalistas. E agora, em qual se apoiar?

Qual tipo de análise escolher?

Você pode escolher aquela que lhe parecer mais conveniente ou optar por ambas, combinando os resultados de ambas as análises e tomando decisões a partir delas. Você pode, por exemplo, somente tomar uma atitude quando ambas entrarem em um acordo, permanecendo indiferente sempre que elas se contradizem.

Como dissemos, são instrumentos para análise, o que significa que não há como garantir 100% de seus resultados.

Acho interessantes ambas e aos poucos vou lendo sobre elas, mas para aqueles que não possuem muito tempo para se dedicar somente a análises e balanços (como é o nosso caso), acredito que Os princípios de investimento de Warren Buffet podem ajudar bastante!

E você, como prefere fazer análise de ações? Diga-nos, estamos curiosos! :)

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Previdência privada – mais do que somente uma aposentadoria

Sempre falamos sobre diversos investimentos, mas percebo que até agora nada comentei sobre a previdência privada, um tipo particular de investimento que geralmente visa o conforto na aposentadoria, mas que é vantajosa por vários outros motivos também.

Aos que não conhecem, há geralmente dois tipos de previdência particular, a PGBL (que pode ser deduzida do imposto de renda desde que a declação seja feita pelo formulário completo) e a VGBL (mais indicada para profissionais autônomos ou que não apresentam retenção de imposto na fonte). Cada uma delas, como é de esperar-se, possui suas vantagens e desvantagens.

A forma como esse dinheiro será investido é ditada pela instituição financeira em que você optar por investir seus rendimentos e poderá servir como uma fonte de renda complementar após atingir a idade de aposentadoria ou aquela que você determinar na contratação desse serviço.

Perceba bem o que eu disse: pode servir como uma fonte de renda complementar! Destaco bem o “pode” porque você não é obrigado a converter o valor acumulado em previdência ao completar o período estabelecido em contrato, podendo resgatar todo o valor e, então, aplicar em outro tipo de investimentos!

Você pode estar se perguntando: qual vantagem há em investir em uma previdência privada e, depois, simplesmente desfazer-me dela? Várias!

Alguns meses atrás estava conversando com o gerente da agência bancária em que possuo conta e ficou clara uma coisa: quando a previdência privada vencer, você terá duas opções, resgatar todo o valor acumulado ou o mesmo é repassado ao INSS, a fim de converter em previdência (a ser paga mensalmente, obviamente) realmente.

Fizemos uma simulação e não seria muito difícil acumular mais de R$ 670.000,00 após 25 anos trabalhando (e juntando um valor relativamente baixo!), o que converteria em uma previdência privada a me pagar mais de R$ 2.000,00 por mês.

Tudo muito bom, muito bonito, então perguntei – mas isso poderá ser transferido ao meu filho depois? A resposta: não.

A partir do momento em que o valor é todo convertido no INSS, você deixa de possuir o dinheiro e passa a possuir um benefício, intransferível.

Para mim isso não é interessante: quero construir uma vida confortável não somente para mim, mas para meu filho também, desta forma não me interesso nessa conversão.

Agora, outro detalhe importante: quando a sua previdência privada vencer, você pode optar por resgatar todo o valor ou converter em previdência.

Dentre os investimentos de renda fixa, este pode ser o que apresenta um dos melhores rendimentos percentuais bem como a menor alíquota de imposto de renda (caso o dinheiro esteja investido há pelo menos 15 anos). Se bem me lembro, acima de 10 anos a alíquota será de apenas 10%! Em contrapartida, caso você queira resgatar o dinheiro antes de dois anos, você amargará a alíquota mais pesada, cerca de 35%!

Em outras palavras, é um investimento de renda fixa muito bom a longo prazo, independente de você buscar uma aposentadoria ou não.

A minha dica aqui é, então, combinar a previdência privada (também conhecida como previdência complementar) com o poder de outros tipos de investimentos que apresentem menor alíquota de imposto de renda a curto e médio prazo, de tal forma que caso necessite você não precisará retirar da previdência particular.

Fazendo a combinação certa de tal forma que você possa “enterrar” esse dinheiro lá para só mexer nele quando atingir a menor alíquota possível, enquanto emprega outros tipos de investimento com menor alíquota para períodos curtos ou a médio prazo.

Qual a dica? Procure hoje mesmo sua agência bancária ou uma instituição financeira de sua confiança e busque informar-se a respeito de planos de previdência complementar e destine à sua escolha a quantidade certa que você acredita que não precisará dispor nos próximos 10 ou 15 anos.

Mais do que somente uma aposentadoria, um bom plano de investimentos incluindo a previdência privada pode ajudá-lo a conseguir melhores resultados a longo prazo. E não se esqueça disso, ok?

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Investir pode ser um negócio de família

Se você é sempre visto com maus olhos por marido, esposa ou filhos por investir boa parte dos rendimentos da família em vez de somente “gastar hoje”, tenho duas boas notícias para você.

A primeira é que você não é a única pessoa a enfrentar esse tipo de problema. Cada pessoa recebe uma educação diferente, possui uma experiência cotidiana diferente, logo pensam de forma diferente sobre vários assuntos. A coisa torna-se pior quando se fala de dinheiro, pois a maioria da população não recebe orientação adequada (a famosa educação financeira) para compreender como realmente lidar com dinheiro.

Bem, a segunda boa notícia é que isso pode ser revertido, isto é, você não precisa encarar a tarefa de cuidar das finanças da casa como um lobo solitário odiado por todos, é para isso que existe o planejamento financeiro familiar.

Planejamento financeiro familiar trata-se da ideia de envolver todos os membros da família nas atividades referentes a controle de gastos e, quando possível, investimentos, a fim de que percebam a importância de cada atitude tomada de forma consciente, mês após mês.

Desta forma, marido, esposa, filhos, enfim, todos possuem seu papel, analisam com cuidado suas responsabilidades e melhor compreendem a importância não somente de economizar e investir, mas também de atuar em equipe, como uma família feliz, em busca de atingir um propósito maior, que para alguns pode ser conquistar a sua independência financeira, enquanto que para outros é somente economizar o dinheiro para as férias de verão. :-)

Não importa qual é o seu objetivo, um trabalho em equipe (neste caso, em família) bem feito é sempre mais agradável e interessante do que um trabalho individual.

De quebra, você pode conseguir conscientizar a todos sobre a possibilidade de transformar o ato de investir em um negócio de família rentável e divertido. 😉

Fonte de referência: Envolvendo a família no planejamento financeiro

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Guia de Investimentos – Planejando a poupança, analisando o risco

Guia de Investimentos – Planejando a poupança, analisando o risco é uma obra de Lauro de Araújo Silva Neto que enfoca principalmente educação financeira visando a aplicação em investimentos para aqueles que estão iniciando nesse ramo. E devo dizer que cumpre bem o seu papel!

Esse foi o primeiro livro que li da área de investimentos e gostei muito do mesmo: bastante detalhado, explica diversos conceitos importantes para que você possa começar a montar a sua carteira de investimentos, não importa se somente formada pela caderneta de poupança ou diversificada com ações e fundos multimercado.

O foco da obra é explicar ao leitor os diversos conceitos envolvidos, como as coisas funcionam e apresentar-lhe alguns conselhos a serem aplicados quando investindo.

E se você está aqui, no Investindo e Ganhando, significa que você está interessado em investimentos e, portanto, este livro pode ser de seu interesse.

Se você já tem alguma experiência com investimentos ou conhece os diversos tipos, poderá aproveitar-se deste livro como um rápido guia de referência para lembrar das peculiaridades de um ou outro tipo de investimento, pois os tipos mais populares são abordados nele.

Como o próprio autor diz, o objetivo do livro não é “ficar rico da noite para o dia”, mas sim, a educação financeira necessária para quem deseja começar investir de forma séria, minimizando riscos. E, obviamente, se você está investindo de forma séria e planejada, as chances de ganhar dinheiro são bem maiores. 😉

Deixo abaixo o link para a análise crítica que fiz sobre o livro alguns meses atrás.

Leia mais em: Análise Crítica do Livro “Guia de Investimentos – Planejando a Poupança, Analisando o Risco”

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Você conhece o seu perfil de investidor?

Você conhece o seu perfil de investidor? Não? Então este pode ser um grave problema em seu sucesso financeiro com investimentos!

Muitos investidores estão insatisfeitos com os seus rendimentos: alguns, reclamam que crescem muito lentamente, outros, reclamam que os riscos são muito grandes. Se esse é o seu caso, isso só indica uma coisa: você está investindo de forma diferente do que o seu perfil como investidor espera.

Cada perfil determina qual a sua tolerância a riscos a fim de conseguir mais rendimentos.

Você acha que seus rendimentos estão muito lentos e monótonos? Está disposto a correr mais riscos? Você está precisando, então, de opções de investimentos mais agressivas.

Você morre de medo a cada hora de perder dinheiro em seus investimentos? Isso o está deixando louco? Com certeza você deveria escolher tipos de investimentos mais moderados!

Os perfis são basicamente três:

  • Conservador – geralmente, possui uma tolerância a risco muito baixa, devendo portanto procurar opções de investimento de mais baixo risco. Vantagem desse perfil: elimina ao máximo as chances de perder dinheiro. Desvantagem: a rentabilidade esperada é menor;
  • Moderado – este perfil é um meio-termo entre o conservador e o agressivo, assumindo assim riscos maiores que o anterior, mas não tão altos quanto o seguinte. A vantagem e desvantagem deste perfil é, portanto, um “ponto médio” entre vantagens e desvantagens de cada um daqueles;
  • Agressivo – este perfil assume riscos maiores, pois sabe que são nessas opções onde encontra as maiores chances de ganhar dinheiro com seus investimentos. Vantagem: maior possibilidade de rentabilidade. Desvantagem: corre riscos bem maiores, podendo assim perder quantias consideráveis.

Minha dica então é: se você está começando, possui pouco capital ou não pode correr grandes riscos (o dinheiro é, por exemplo, para pagar o financiamento de sua casa ou carro), aconselho começar com um perfil conservador e migrar, no máximo, para o moderado ou um ponto médio entre este e o conservador, ok?

Se, por outro lado, você possui bastante experiência e conhecimentos em fundos de investimentos, ações e outras opções de renda variável e possui um capital que pode arriscar sem problemas, então você pode assumir um perfil do moderado ao agressivo.

Bem, bons investimentos, pois agora que você já conhece seu perfil de investidor, ficará mais fácil! 😉

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Qual a melhor opção de renda fixa atualmente?

Qual será a melhor opção de renda fixa para aqueles que possuem um perfil mais conservador? Será que esta é realmente uma pergunta fácil de responder?

Estamos em meio a um verdadeiro turbilhão financeiro e isso dificulta qualquer resposta clara que possamos ter sobre qualquer que seja o assunto na área financeira / econômica. Estamos encobertos por um grande “nevoeiro” levantado por toda a agitação que a economia mundial sofreu e, agora, precisamos ter paciência para não acabar perdendo dinheiro em vez de ganhar dinheiro.

No momento, o investidor (principalmente o pequeno) deve concentrar-se em duas coisas: diversificação e análise.

A diversificação ajuda a evitar as dores de cabeça que temos quando “apostamos todas as fichas” em uma única opção e ela acaba por não ser satisfatória. Sendo assim, em vez de optar por investir somente naquela que parece ser a mais promissora, podemos investir em duas ou três opções que demonstram-se bastante vantajosas e que, em diferentes panoramas, uma ajuda a suprir a deficiência que a outra possa ter.

Para quem espera ganhar muito dinheiro isso pode não ser uma boa ideia, já que quanto mais seguro é o investimento, menor é o rendimento do mesmo, e em período de crise então, aí é que pode não ser satisfatório, dependendo de quais sejam os seus objetivos. A fim de sanar tal problema, proponho aqui a análise…

Quanto mais tempo você passa analisando algo, mais você aprende sobre o mesmo, suas forças e fraquezas. Desta forma, ao fazemos uma análise, se percebermos que outra opção demonstra-se mais vantajosa, podemos tomar novas ações a fim de reduzir o impacto que uma má decisão pode nos causar financeiramente.

Apesar de todo o vai-e-vem que a crise tem causado à economia, acredito que as opções de renda fixa mais procuradas atualmente sejam:

  • Poupança;
  • CDB e RDB;
  • Títulos do Tesouro Público.

E a procura é muito maior por opções pós-fixadas do que por opções pré-fixadas.

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